quinta-feira, 6 de junho de 2013

Vivências de Leitura!


Vivências de Leitura e Escrita na minha Infância!

Vou ser bem sincera em meu depoimento. Minha infância foi repleta de muita brincadeira de rua e foi na rua com meus amigos, irmãos, primos e até com meus pais que construímos juntos muitas histórias.

Tínhamos um convívio social muito tranquilo,  o que nos permitia ficar na rua brincando até tarde. À noite também reuníamos para ouvir histórias.

 Minhas férias foram sempre em fazenda e lembrança de algum livro na primeira infância, não tenho. Como disse vivíamos e brincávamos, construímos grandes histórias.

Foi que contribuiu muito na minha produção escrita, sempre tive muito o que escrever, pois vivi muito!

Quando comecei a estudar,  tenho a lembrança da minha mãe brincando comigo de escolinha. Tinha uma lousa e todas as noites ela passava as palavras para eu reescrevê-las.

Passeávamos de carro e eu ia "lendo"  tudo o que via pela frente e a primeira palavra que eu li sozinha foi  "LOCOMOTIVA", marca das lonas de caminhão. Nossa que gostoso lembrar disso!

Depois que engrenei nos estudos, me tornei uma apaixonada pela leitura e meu primeiro livro foi: O enigma da televisão, de Marcos Rey.

Tive excelentes professores de português e fazer redação sempre foi um prazer, pois todos os textos eram lidos por eles, e sempre vinha com um comentário, o que me deixava cada vez mais incentivada a escrever.

Hoje trabalho com projeto de incentivo à leitura e vivo rodeada por  livros. E sempre digo que ler é mergulhar no maravilhoso universo das palavras!

 Grasiela Vendresqui Romagnoli


Meus primeiros contatos com a leitura

           Minhas leituras começaram quando ia visitar meus avôs na fazenda onde moravam, eu não sabia ler nada, mas meu avô sempre sentava comigo e com meus primos do lado de fora da casa e olhava par o céu e criava suas próprias histórias. Lembro-me que ele sabia o nome de quase todas as constelações e que a partir delas criava o ambiente e contava a história.
          Fui crescendo, entrei na escola, logo que pude comecei a ler, meus pais por não terem sido alfabetizados sempre nos incentivava a ler, eu e meus quatro irmãos, para ampliar nosso aprendizado e contar as histórias para eles. O livro que me chamou a atenção foi “Zezinho, o dono da porquinha preta” de Jair Vitória, senti-me atraída por ele logo que entrei na biblioteca, pois os livros ficavam separados para leitura. Como posso dizer, devorei-o menos de uma semana e fiquei encantada com a história... Então, foi assim que me tornei a leitora que sou, leio tudo que me cai às mãos, mesmo que o livro seja chato, faço da leitura uma distração para os olhos e um acalento para o coração. Também adoro poesia.

Elza Terezinha Bortolo

“Penso, logo existo”? Não! Leio, logo existo!

Amor não se explica. Amor se vive e ponto. Acho que é por isso que não consigo explicar de onde vem o meu amor pela leitura. Fiz o curso de Letras para ler muito, ler até não conseguir mais.
                Não me lembro qual poeta dizia que não é preciso explicar porque se respira, então ele também não precisava explicar porque escrevia. Eu não preciso explicar porque leio. Leio porque preciso. Leio porque isso me completa. Leio porque me sinto viva quando posso viajar em experiências que provavelmente nunca terei, por falta de oportunidade ou coragem.
                Amor antigo, de infância. Amor que não muda, não desanima, não enfraquece. Pelo contrário, se fortalece a cada decepção com a vida ou com as pessoas. Amor que me resguarda da cor cinza do mundo aqui fora. Amor que me torna mais forte e mais sábia.
                Amor que, como todos, me faz sorrir, sofrer, chorar, pensar no que realmente sou e no que quero ser. Amor que transmito a cada um que conto minhas histórias, seja sentada na mesa da sala de aula ou em uma esquina qualquer. Amor que me identifica. Não sou só a Ariana, sou a Ariana-leu-tudo-do-Machado-de-Assis, a Ariana-nome-retirado-de-uma-poesia-de-Vinícius-de-Moraes, a Ariana-Dom-Quixote, a Ariana-Pequeno-Príncipe...

                “Penso, logo existo”? Não! Leio, logo existo!
Ariana




“Nave melhor do que um livro, para viajar longe, não há
Emily Dickinson

A leitura nos transporta para outros Mundos,
Nossos horizontes se expandem e não existe maior prazer que esse na vida.
Como em um quebra cabeça , somos convidados a montar uma vivência ao nosso redor.
Cada palavra lida , frase e oração,surgindo implacavelmente e nem os maiores tornados são capazes de destruir o que nasce nas nossas ideias.

Edmara




Minhas Experiências Leitoras

Minha experiência com a leitura e a escrita se deu muito cedo. De todas as brincadeiras de minha infância, a que eu mais gostava era brincar de escolinha.Eu era a única menina da família, prima de oito meninos.Assim sendo, eu era a professora e eles eram meus alunos.Com a ajuda da minha avó,fui conhecendo as letras e aos 6 anos estava alfabetizada.Ela sempre comprava muitos livros de contos de fadas; sentávamos todos ao seu redor e a leitura nos envolvia com seus encantos.Era muito engraçado,pois tínhamos "medo" dos personagens,era simplesmente encantador.Despertado este gosto pela leitura,todo fim de semana, eu não a deixava em paz,queria ir à banca comprar mais livros, gibis...Assim, fui conhecendo os livros infanto-juvenis,os poemas, os romances e os mais diversificados tipos de texto.Os hábitos de leitura e escrita fazem parte da minha vida desde então e é por conta desses hábitos que me enveredei pelo caminho das LETRAS.

Millene Ribeiro Esperancini Nogueira


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